ACMA | (Re)começo

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Decidi começar o ano a participar, pela primeira vez, no ACMA – A Cultura Mora Aqui. Ao longo do mês, vão ser publicadas por essa blogosfera fora artigos relacionados com o tema de janeiro. É hora de um (r)ecomeço e eu tenciono (re)começar 2017 a ver séries. As que já acompanho há algum tempo, as que deixei de acompanhar mas que me fazem falta e as que gostava que começassem a fazer parte do meu quotidiano.


Game of Thrones, The 100 e Black Sails são provavelmente as minhas séries preferidas. Não necessariamente por esta ordem, mas todas recomeçam este ano. Embora ainda não saiba quando vou poder voltar a suspirar pelo Jon Snow e a irritar-me com a Sansa, fevereiro vai ser um mês cheio de descobertas (e, aposto, ainda mais reviravoltas), tanto no mundo pós-apocalíptico do The 100 como na Era Dourada da Pirataria em Black Sails.

The 100

Comecei a ver a aventura dos 100 no primeiro ano de faculdade e foi a única série, no meio de muitas outras tentativas, que me agarrou o suficiente para me fazer aderir ao TVShow TimeOu seja, não volto a perder-me entre episódios.

Confesso que não suporto a so-called protagonista, mas adoro a história. Depois de uma primeira temporada interessante mas fraca a nível performativo, deixei-me conquistar pela evolução não só dos atores como das suas próprias personagens.

Esta série acompanhou-me durante toda a minha licenciatura e ajudou-me a conectar com algumas pessoas muito importantes para mim. Para além de que me deu a Octavia Blake, provavelmente a minha primeira personagem feminina preferida numa série.

Black Sails

Black Sails foi-me apresentada este ano e hei-de ficar agradecida para sempre por me terem convencido a ver uma série com piratas, sobretudo porque é uma prequela do romance A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson.

Depois tenho de admitir que gosto de arregalar os olhos com, pelo menos, quatro jeitosos. O Captain Vane lidera obviamente a corrida para o meu coração (e o ator participa nas últimas temporadas do The 100). Por outro lado, a Anne Bonnie é uma badass. A sério.

Destaco, contudo, o facto da quarta temporada ser a última. Vou ter saudades, mas tem sido tão bom que fico feliz por terem pensado num princípio, meio e fim e estarem a contar uma história absolutamente irrepreensível.

The Walking Dead, Younger e Bates Motel

De resto, quero muito voltar a ver The Walking Dead (e Fear The Walking Dead), talvez mais do que gostava de comprar a banda desenhada, que é a preto e branco. (Confesso que as capas coloridas me aquecem mais o coração).

É uma história que me tem acompanhado mais através dos jogos para computador da Telltale Games do que através da série propriamente dita. Ainda assim não deixa de ser uma das séries de que mais gosto. Talvez por não ser tanto sobre zombies, mas sobre o medo que temos de ficar sozinhos (e, paradoxalmente, dos outros), do desconhecido e da morte.

Depois vem Younger, sobre uma quarentona que se decide fazer passar por uma recém-licenciada. É uma série muito divertida. Mas com tanto para ver e tão pouco tempo, abandonei um bocado o barco. De qualquer forma, é algo que tenho de retomar, porque preciso de uma pitada de meninice na minha vida.

Bates Motel não só porque adoro o ator que faz de protagonista mas sobretudo porque a história é nada mais nada menos do que imperdível. Não sei se sabem quem é o Bates, mas basta relembrarem-se da cena no chuveiro em Psycho, de Hitchcock. Já disse o suficiente, certo?

Good Girls Revol, The Crown e Marvel’s Jessica Jones

Para terminar, comecei a ver Good Girls Revolt este ano, para aí há dois dias, e estou absolutamente fascinada. Em primeiro lugar porque acontece numa redação e as protagonistas são mulheres, aspirantes a jornalistas. Em segundo, porque é uma série muito humana, que aborda não só a igualdade de género como luta contra a discriminação racial.

Depois gostava de começar a ver duas séries em particular. The Crown porque é histórica e sobre uma rainha que ainda está viva e Marvel’s Jessica Jones, porque a G. Floy Studios lançou há relativamente pouco tempo a banda-desenhada sobre a heroína que, para além de ter problemas com álcool, não tem poderes especiais e, portanto, fiquei ainda mais curiosa.

Estas são as minhas séries de 2017 e já são bastantes. Adorava saber quais são as vossas e se alguma delas está aqui na lista. Fiquem à vontade para conversar comigo nos comentários.

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